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sábado, 10 de dezembro de 2011

Boys...

Meninos...
Eles te conquistam com poucas palavras,




Com falsas promessas que eram para serem verdadeiras,
Com elogios que elevam seu ego, é como se você estivesse ouvindo tudo o que você precisava,



Meninos...
São todos farinha do mesmo saco, saem da mesma fábrica e só vão para casas diferentes,
Meninos...
Dizem que te amam, para depois partirem seu coração em milhares de pedaçinhos,





Dizem que são diferentes e que não vão te magoar, para depois te magoarem e te fazer chorar,




Dizem que vão te esperar o tempo que for necessário, para depois te largarem quando conseguirem o que eles querem,




Meninos,
"Eu desejaria nunca ter conhecido um, então não haveria necessidade de impressioná-lo, não haveria necessidade de amá-lo, não haveria necessidade de o querer, não haveria necessidade de chorar por ele, não haveria necessidade de ter um coração partido, não haveria necessidade de tantas lágrimas e dor, não haveria necessidade de promessas esquecidas, enfim, não haveria necessidade para que tudo que ele fez para me fazer sentir como absolutamente nada!"


Bom isso é o Amor: 4 letras, 2 vogais, 2 consoantes, e o pior, 2 idiotas.



domingo, 23 de outubro de 2011

Hiden Feelings



É tão triste você gostar de uma pessoa e ela nem ao menos saber disso, por que esconder os nossos sentimentos?
Você vê a pessoa que você gosta e simplesmente congela, não consegue falar nem fazer nada.
Você as vezes nem se aproxima como amigo para não sairem rumores e descobrirem esse seu sentimento por determinada pessoa.
Mas por que?
Se não falarmos ou demonstrarmos que estamos interessados aquela pessoa NUNCA saberá de nada, isso faz algum sentido?
Por que esconder a verdade?
Qual o problema em dizer: EU GOSTO DE TAL PESSOA?


Talvez quase TODO mundo tenha uma paixão secreta mas não admita por ter medo...
Medo de perder amizade com aquela pessoa,
Medo de não ser correspondido,
Medo de se decepcionar,
Medo de ser zombada,
Medo de ser questionada,
Medos em geral...



"Mas onde se deve procurar a liberdade é nos sentimentos. Esses é que são a essência viva da alma."




terça-feira, 16 de agosto de 2011

Love X Friendship




Bom, uma guerra que já vem de anos atrás: amor contra amizade.
Amor podem surgir de grandes amizades, amigos podem ter sido seu grande amor um dia, você pode se apaixonar por seu melhor amigo, você pode brigar com seu amor por causa de um amigo, você pode brigar com um amigo por causa de seu namoro, e assim eu poderia continuar o dia todo...
Quando vamos entender e saber diferenciá-los?

E quando não era para virar amigos e virou?
E quando queremos algo a mais do que a simples amizade?
E quando você não quer nada com aquela pessoa além da amizade?
E quando ninguém admite o que está sentindo com medo de perder a amizade?
E quando ninguém entende porque essas duas coisas brigam tanto?
E quando confundimos essas duas coisas?
Então é aí que entra o problema!
Há quem diga que NUNCA passou por uma situação de AMOR x AMIZADE, isso acontece com todo mundo e é impossível de controlar.
Há sempre aquelas frases comuns como:
Vamos ser apenas amigos...

Queria que fossémos mais que amigos...

Eu gosto de você mais do que como amigo(a)...

Porque você só me vê como um(a) amigo(a)?

"O ideal do amor é a amizade em excesso" – (Aristóteles)
No entanto, esse excesso de amizade pode provocar sofrimento, quando um dos amigos vive um amor não correspondido.

O Amor é mais sensível, a Amizade mais segura.
O Amor nos dá asas , a Amizade o chão.
No Amor há mais carinho, na Amizade compreensão.
O Amor é plantado e com carinho cultivado, a Amizade vem faceira, e com troca de alegria e tristeza torna-se uma grande e querida companheira.
Mas quando o Amor é sincero ele vem com um grande amigo, e quando a Amizade é concreta, ela é cheia de amor e carinho. Quando se tem um amigo ou uma grande paixão, Ambos sentimentos coexistem dentro do seu coração – (William Shakespeare)


sábado, 13 de agosto de 2011

Scared to Love - parte VII (FINAL)


No outro acordei um pouco atrasada então vesti a primeira roupa que vi pela frente, peguei uma maça para ir comendo no caminho e segui para a escola.
Ao chegar na escola, deixei minha bicicleta no bicicletário e peguei meu celular para mandar uma mensagem para o Ryle, quando logo em seguida recebo uma mensagem dele, parecia até que ele sabia que eu ia mandar uma mensagem para ele.

Podemos conversar na hora do intervalo?

Claro, eu preciso mesmo conversar com você! – respondi

Obrigado Kate, então te vejo no estacionamento. No intervalo ninguém fica por lá.

Guardei meu celular e segui para minhas primeiras aulas sem ver o Ryle, como é de se imaginar foram um pesadelo, eu só conseguia pensar em como eu ia falar com ele.
Passado as aulas mais angustiantes da minha vida, bateu o sinal e fui correndo para o estacionamento. Como sempre, ele já estava lá, sentado em seu carro, cabisbaixo, me esperando.
- Ryle, primeiro de tudo me desculpe por ontem. – me adiantei antes de mais nada.
- Kate, não foi sua culpa. Não há do que se desculpar. Vem, senta aqui para conversarmos.
Entrei em seu carro e ficamos em silêncio por alguns segundos, esperando quem falaria primeiro, até que pela primeira vez resolvi ser confiante e quebrar o silêncio.
- Ryle, eu passei a noite toda pensando em como foi especial essa semana que tivemos, como você foi gentil comigo, não aconteceu nada que fizesse eu ter medo. Eu me sinto segura com você e quero continuar sendo protegida por você, quero poder enfim me entregar e dizer que eu..que eu te amo Ryle Beckson. – disse envergonhada.
Ele foi se aproximando de mim e com um toque tão suave ele segurou minhas mãos e me beijou. Foi a sensação mais incrível que já tive na minha vida.


- E eu quero poder dizer para todo mundo que você é minha namorada e que eu te amo...
Depois dessas palavras não consegui ouvir mais nada, nunca achei que algum menino fosse me amar de verdade.
- Obrigada por ter me entendido quando eu precisei. – finalizei com um abraço.
- Você precisava daquele tempinho. Mas calma Kate eu tenho uma surpresa para você ainda, vem! Precisamos ir até o anfiteatro antes que bata o sinal. – disse ele abrindo a porta do carro para mim.
Corremos até o anfiteatro e entramos discretamente para não sermos visto, ele me fez sentar na primeira poltrona e subiu no palco.
- Aguenta aí só um minutinho, mas feche os olhos, eu tenho uma coisa para perguntar para você!
Esperei ansiosamente por alguns segundos de olhos fechados até que com um comando ele me liberou.
- Okay Kate, agora pode abri-los.
Eles estava sorrindo com uma placa na mão e então ele me perguntou se eu gostaria de ir ao baile com ele.


- SIM! A resposta é sim!!! – subi correndo até o palco e dei um abraço nele.
Mas nosso abraço foi interrompido pelo sinal que bateu e tivemos que cada um seguir seu caminho para uma aula diferente.
Terminada as aulas segui para minha casa e corri direto para meu diário para contar as novidades, mas não sabia nem por onde começar...


Mas o melhor de tudo foi que pude enfrentar meu maior medo e hoje poder contar para todo mundo.
Um medo não passa de algo que está presente na sua vida para te assombrar, te fazer deixar de fazer coisas que você gosta, te fazer ficar longe das pessoas que você gosta. Somos muito mais fortes do que um SIMPLES MEDO! ( sim eu ainda continuo achando medos algo SIMPLES!).


quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Scared to Love - parte VI

Peguei as flores com um pouco de receio e agradeci gentilmente.
- Ryle, não sei se estou pronta.. – comecei, tentando achar as mais certas palavras.
- Eu posso esperar! – garantiu ele.
- Não é assim que a coisa funciona. – eu estava ficando cada vez mais nervosa e me enrolando em minhas próprias palavras. – Ryle, eu preciso de um tempinho para pensar. – pedi enquanto começava aos poucos morder o canto de minha boca, meu maior sinal de nervoso e ansiedade.
Ele abaixou a cabeça por alguns segundos e depois apenas sorriu.
- Vamos comer e então eu te deixo em casa, pode ser?
- Seria perfeito! Obrigada.
- E Kate, desculpa ter te pressionado, é difícil eu sei quando se comparado á um medo, imagina com o maior medo de alguém, não quero que me acha impetulante.
- Eu...nunca acharia isso. – finalizei tocando de leve seu rosto.
Ele apenas sorriu, mas foi um sorriso um pouco mais triste dessa vez, como se o sorriso estivesse escondido, com vergonha de aparecer.
Terminamos de comer e então fomos embora, seria difícil para nós mais alguns minutos naquela refeição em pleno silêncio. Ao chegar na porta de minha casa, ele novamente se adiantou para abrir a porta do passageiro e então ficou me olhando por alguns segundos, e em um momento, como se ele tivesse perdido a cabeça, ele tentou me beijar. Mas foi em vão, pois eu parei nosso suposto beijo com intermédio de minha mão. E tudo que ele fez foi se desculpar, umas cinco vezes e assim ele entrou no seu carro e foi embora.


Entrei em casa e minha mãe veio em chamas perguntar como tinha sido o encontro contei para ela e pedi sua ajuda e ela simplesmente disse: Siga o seu coração! Ele NUNCA erra.
Obrigada mãe, esse foi o conselho mais desnecessário de toda minha vida. Então fui para o meu quarto desabafar com minha melhor amiga: meu querido diário.


Passei a noite inteira pensando nos prós e contras sobre namorar o Ryle, eu estava a apenas um passo de me entregar de vez ao meu maior medo e nunca me livrar dele. Mas foi ai que pensei e lembrei da ótima semana que tive com o Ryle, e quantos dias perfeitos eu ainda poderia ter, aquele era um simples medo eu não devia tê-lo e sim ter coragem o suficiente para enfrentá-lo de uma vez por todas e me entregar a única pessoa que amei desde a sexta série, o que me levava a ter escondido e negado essa paixão, esse amor por cinco anos.
O Ryle me tratava muito bem e eu talvez não achasse outro menino como ele, eu não podia perder essa chance única por um simples medo. Eu não acreditava que havia dito isso, UM SIMPLES MEDO, mas é o que tudo isso era mesmo.
Então eu estava decidida, agora eu precisava dormir por era três da manhã e eu estava super cansada.

sábado, 30 de julho de 2011

Scared of Love - parte V


Ficamos conversando durante todo intervalo e deixamos combinado de ir sexta-feira, oito horas a um dos melhores restaurantes da cidade.
Durante o tempo que passamos juntos no jardim da escola algum dos amigos dele vieram chamá-lo para ir sentar com ele, mas ele simplesmente me apresentava para os amigos e dizia que iria ficar comigo.
- Kate acho que já está na hora de termos o número do celular do outro né? – brincou ele.
- Achei que nunca lembraria disso! – brinquei de volta.
Trocamos nossos números e agora sim seria possível mandar mensagens um para o outro e tudo mais.
Terminado o intervalo cada um foi para uma aula, e depois não nos vimos mais até o final do dia. Eu estava arrumando meu material quando recebo uma mensagem em meu celular:
Estou te esperando no estacionamento! :)
Terminei rapidamente de arrumar meu material e fui até o estacionamento; ele estava sentado dentro de seu conversível preto.
- Estava me procurando?
- Ei, senta aqui Kate. – disse ele fazendo sinal para o banco ao seu lado que estava vazio.
- Uau, seu carro é realmente lindo. – disse admirada.
- Obrigado, mas então Kate estava pensando, será que nosso encontro não poderia ser hoje? É que eu preciso te falar uma coisa e não vou agüentar esperar até sexta. – disse ele aflito.
- Pode ser sim, mas o que é? Quer falar agora?
- Não! – disse ele se exaltando um pouco. – Me desculpe por isso, é que quero que seja especial, num lugar especial.
- Tudo bem então...
- Eu passo na sua casa ás sete horas, tudo de para você?
- Parece perfeito!
- Quer uma carona Kate?
- Só se houver espaço para minha bike. – brinquei. – Te vejo ás sete Ryle. – finalizei dando um beijo em seu rosto.
Ele apenas sorriu.
Fui pegar minha bicicleta e fui para casa correndo me aprontar para o meu encontro. Sim, eu sou muito ansiosa. Mas tinha que ser tudo perfeito então comecei a me preparar desde cedo.
Fui tomar banho, lavei minha cabeça, fiz chapinha, fiz minha unha, comecei a procurar o vestido perfeito e deixei para fazer minha maquiagem por último.
Entre cores e diversas estampas que iam saindo do meu armário em um vestido diferente, eu enfim tinha achado um perfeito. Me vesti e dei uma olhada no espelho para ver como tinha ficado, e ficou assim:


Fui terminar de me arrumar, ou seja, me maquiar, e depois já estava pronta. Estava a alguns minutos do Ryle chegar em casa para me buscar. Quando olhei no relógio era dez para sete, então sentei na minha cama para relaxar um pouco, mas meu descanso teria que ficar outra hora pois fui surpreendida pelo som da campainha tocando, e alguns segundos depois minha mãe me chamou:
- Kate! O Ryle, está aqui querida. Não o deixe esperando.
Dei uma última olhada no espelho, e passei um pouco de gloss. Eu estava pronto, e muito ansiosa, meu estômago estava com borboletas, minha mão estava gelada, mal podia esperar para ver como ele estaria.
Ao descer as escadas ele me observava de cima a baixo. E eu também o observava, ele estava lindo, vestindo um terno. Ele se aproximou e segurou minha mão quando eu estava para terminar de descer a escada.
- Oi. – disse envergonhada.
- Oi, você está..uau..maravilhosa!
- Obrigada, você também está ótimo nesse terno.
- Gostou? Especialmente para hoje. – disse ele mostrando o terno. – Podemos ir?
- Claro! Não voltarei tarde mãe.
- Sem problemas querida, está em boas mãos! – disse ela toda orgulhosa de ver sua filha saindo em seu primeiro encontro.
- Obrigada Senhora Carmell, trarei sua filha de volta sã e salva. – brincou ele.
Saímos de casa e ele já se adiantou para poder abrir a porta do carro para mim, essa seria a primeira vez que eu andaria de carro com o Ryle. Ele entregou no carro e seguimos para o restaurante.
Chegando lá nossa mesa já estava reservada e pelo visto no lugar mais lindo de todos, bem ao lado da janela com vista para a cidade. 


Fizemos nosso pedido e então Ryle se virou para mim e ficou me olhando por alguns segundos em silêncio.
- Erm, está tudo bem Ryle?
- Sim, é que..gostaria de falar algo para você.
- Bom, se sinta a vontade.
- Durante essa semana pude perceber o quanto você é maravilhosa e o quanto é maravilhoso estar com você, e então me dei conta que eu estava realmente afim de você...e não de apenas descobrir seu medo, mas foi isso que me ajudou a me aproximar de você então vou até o fim por você.
- Ryle não..
- Não quero que fique assustada por favor...mas sei lá achei que talvez você aceitasse namorar comigo.
- Ai meus Deus, você já está pedindo?
De repente tudo começou a ficar confuso em minha cabeça, por mais que eu queria o Ryle, por mais que eu queria estar com ele, algo me prendia e era esse estúpido medo. Eu não sabia o que dizer. Eu fui me perdendo enquanto ele falava, quero dizer se declarava para mim, até que voltei ao normal quando ele tocou de leve minha mão e meu primeiro impulso foi tirá-la como se tivesse relado em algo muito quente.
- Me desculpe Ryle, não é com você sabe. Mas é relacionado ao meu maior medo.
- Mas Kate, qual é o seu maior medo? Me conte, eu quero ajudar. Prometi que sempre te protegeria.
- É complicado...
- Eu consigo acompanhar. – brincou ele.
E isso quebrou um pouco o clima pois tirou um sorriso de mim.
- Toda a minha vida eu tenho evitado de me apaixonar, amar alguém. Esse é meu maior medo Ryle, tudo relacionado ao AMOR! Não consigo controlá-lo ele simplesmente me afasta das pessoas e está fazendo com que eu nego o que eu sinto por você...
- Então você sente algo por mim? – perguntou ele com esperança. – Quero dizer, Kate, calma. Eu estou aqui, não tem nada com que temer. Eu posso mudar sua cabeça em relação ao amor, ele não um bicho de sete cabeças como dizem por aí. Eu te amo! E isso é para você. – disse ele tirando um buquê de rosas vermelhas debaixo da mesa.
Pensei comigo: Ai meu Deus!

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Scared to Love - parte IV

Chegando na escola no outro dia, fui como sempre deixar minha bicicleta no bicicletário e tive uma surpresa, bem na “minha vaga”, digo isso porque cada um tinha seu lugar para colocar sua bicicleta, havia uma surpresa para mim, apenas uma flor com um bilhete escrito: para você.

Fiquei imaginando quem teria deixado aquela flor lá mas também fiquei torcendo para que fosse do  Ryle. Então a peguei e fui direto para classe para minha aula de Matemática, aula que eu tenho toda quarta-feira com o Ryle.
Ao entrar na sala ele ainda não havia chegado então peguei um Post it em minha bolsa e escrevi assim:

Logo após feito isso fui até sua carteira e grudei o recadinho lá. Ele como sempre chegou alguns minutos após a aula ter começado e como sempre podia-se ouvir os suspiros das meninas que se contentariam com apenas um “Bom Dia” do Ryle. Ele foi até sua carteira e ao sentar viu meu recadinho e soltou um sorriso enorme. Peguei um pedaço qualquer de papel que havia em sua mochila e começou a escrever algo.
Depois de alguns segundos Kelly sussurrou para mim:
Psi! O que está havendo entre você e o Ryle Bekson?
- Estamos apenas nos conhecendo! Por quê?
- Você é uma lenda! Em todos esses anos de colégio ele nunca tinha falado comigo até essa semana que ele me pede para passar os bilhetes dele para você.
- Uau, que bom para você! Posso pegar o bilhete antes que o Sr Park veja?
- Ah é mesmo. Aqui está.
- Obrigada Kelly!
Depois dessa conversa estranha que tive voltei para o meu momento de paixonite secreta pelo Ryle. No bilhete dizia assim:
Achei que flores seriam perfeitas pelo local que escolhemos para o nosso segundo encontro, você gostou?
Não quis demonstrar entusiasmo mas pensei: então foi realmente um encontro!
Eu e Ryle estamos saindo, eu mal podia acreditar. Me virei para ele e apenas sussurrei um Obrigada.
Passado três aulas enfim chegou o intervalo, me dirigi até o jardim e ele já estava lá com uma latinha de refrigerante na mão e um sanduíche.
- Ei, guardei um lugarzinho aqui para nós! – disse ele.
Nesse momento todos já tinham nos visto e já estavam comentando. Eu tinha passado da desconhecida para a menina que estava saindo com o Ryle.
- Obrigada.
- Você não vai comer nada Kate?Eu trouxe esse sanduíche para dividirmos.
- Agora vou! – brinquei. – Eu tenho uma latinha de refrigerante também. Mas então, obrigada pela flor, eu achei a coisa mais linda!
- Aquilo não foi nada, é realmente muito fácil te impressionar! – disse ele sorrindo. – E ei, obrigado pelo recadinho também, fiquei surpreso.
- Aquilo sim não foi nada!
- Para mim foi. Mas Kate estava pensando, será que gostaria de ir num encontro de verdade comigo? Não que esses não sejam de verdade, mas digo para irmos num restaurante. O que acha?
- Ai meu Deus. Você me pegou de surpresa. Eu não sei Ryle, não sei se estou pronta...
- Calma Kate. – disse ele acariciando meu cabelo. – Se não quiser tudo bem, eu agüento! – brincou ele.
- Não é isso, é que nunca fui num encontro de verdade! Nesses de restaurante e tal com todo aquele lance chique.
- Sem pressão, prometo que vai dar tudo certo. Não precisa ter medo, eu estarei lá para te proteger se algo der errado.
Para ele é fácil dizer: NÃO TENHO MEDO DE SE APAIXONAR! Para mim é muito mais do que um simples “Não tenha medo”, estamos falando do meu MAIOR medo. Mas um querendo ou não um dia eu vou ter que encará-lo.
- Você vai me proteger mesmo? – sorri.
- Claro! Sempre que precisar. – finalizou ele me dando um abraço.
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